terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Aloe Vera - Planta Medicinal

Aloe Veraé uma das plantas medicinais mais conhecidas e populares entre todo o mundo, usada há muito tempo por parte de civilizações antigas, tem um poder de cura muito fora do normal, nomeadamente para as queimaduras. A sua origem é na África do Sul, se bem que hoje em dia dava a popularidade desta nos últimos anos, existem plantações em várias regiões do mundo e são muitas as pessoas que têm um exemplar plantado no seu próprio jardim de casa, até porque é uma planta de muito fácil manutenção e que sobrevive praticamente em todos os climas.Esta é uma planta que tanto pode ser usada no interior como exterior do corpo humano, isto é, as suas fantásticas características e a sua composição, permitem que esta seja usada para o tratamento de queimaduras, cortes ou até manchas da pele, mas ao mesmo tempo poderá ser usada em forma de sumo ou chá para a ajuda no sistema digestivo ou mesmo para o combate a pequenos problemas intestinais. No entanto, como em tudo existem algumas contraindicações que vamos explorar mais abaixo para que tenha plena consciência do que não deve fazer, sabendo de ante mão que as plantas medicinais devem ser usadas sempre com a indicação do médico de família para que não tenha o efeito contrário ao desejado.A Aloe Vera é uma das 400 variedades do Aloe, uma planta que geralmente não ultrapassa os 60m de altura, de cor verde e flores amarelas e laranjas. Durante muito tempo estudos afirmaram que esta pertencia à família das Liliáceas, mas estudos recentes confirmam que esta pertence à família das Asphodeláceas. Pela maioria das pessoas é conhecida pelo seu nome popular de “Cacto dos Aflitos” ou “Cura Câncros”, principalmente devido à sua utilidade fantástica na ajuda da cura de algumas doenças de pele bastante graves, entre outras.
Esta planta poderá ser utilizada no interior e exterior do corpo humano, sendo que é muito mais comum a sua utilização no exterior já que devido às inúmeras alterações que esta pode ter, a sua ingestão se não for controlada por um profissional da saúde pode mesmo causar problemas de saúde bastante sérios.Assim, a sua utilização exterior poderá ser feita diretamente sobre a pele para o combate às dores provenientes de queimaduras solares ou outras, picadas de insetos ou simplesmente usada como cicatrizante para os vários tipos de cortes. De uma forma geral, esta é a planta medicinal mais utilizada para combater alguns problemas de pele, principalmente pelo seu fantástico poder regenerador que acelera o crescimento de novas células que ajudam a combater os vários tipos de problemas na pele tidos.
Para utilizar o Aloe Vera não é necessário recorrer a nenhum especialista, já que é apenas necessário cortar uma das suas folhas de forma longitudinal, retirando o gel transparente do seu interior e aplicando na pele exatamente sobre o local onde existe a queimadura ou o corte. Mesmo que não utilize todo o gel do seu interior de uma única vez, é possível preservar o gel em frascos no frigorífico ou se for para uma utilização diária a própria folha aguenta alguns dias.Quanto à sua utilização interior é aconselhável que recorra sempre a uma consulta médica com um especialista em plantas medicinais para que este o aconselhe a melhor forma de fazer o tratamento.No entanto, é importante salientar que esta planta medicinal não deve ser usada por grávidas, durante a gravidez e amamentação, principalmente pelas suas características purgativas e laxantes já que pode mesmo vir a trazer problemas sérios para o bebé. Não deverá ainda ser utilizado por pessoas que tiverem problemas renais ou hemorroidas.
Plante um cacto de Aloe Vera, Decore a sua casa com um cacto Aloe Vera e utilize no seu dia dia como várias opções como vem no post.
You Plant??? You Should!!!

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Arte de Regar Bem!!!

Para muitos o dilema sobre a rega, os muitos ses... aqui explicados espero que gostem.
Fala-se muito de jardim sem rega e de restrições de água. Regar um jardim é por vezes indispensável, às vezes não. Ao aprender a fazer a diferença, vai reservar a água às plantas que têm realmente necessidade !
As plantas em vaso
As plantas em vasoSão prisioneiras do volume que foi atribuído. Para elas, não hà maneira de ir buscar água noutro sitio, a não ser que as raizes escapam-se pelo buraco de drenagem (os buracos no fundo do vaso), o que não é desejável por várias razões. É necessário portanto regar regularmente as plantas em vaso. Muitas vezes, o jardineiro noviço pergunta-se quantas vezes regar. A resposta não é complicada : não há boa frequência, é preciso regar simplesmente quando a planta tem sede ! Se choveu, que faz fresco ou que a planta dispõe de um grande volume de terra no vaso, não é preciso de logo pegar o regador. Se pelo contrário o tempo for quente ou que tiver vento, é necessário verificar regularmente o estado do solo. Ao tocar, se a superfície do solo for seca, é talvez necessário molhar ligeiramente.
As plantas jovens (novas)
Uma planta jovem, que possui um torrão de pequeno volume na plantação, tem poucas possibilidades de ir pegar a água aos arredores. Muito depressa, vai emitir raizes para ir explorar os arredores (se a terra foi bem trabalhada). Mas no início, encontra-se em terra assim como em vaso e uma rega ajuda a manter-se esperando que as raizes façam corpo com o solo. Mesmo as plantas que não necessitam rega à idade adulta precisam deste implulso, no primeiro ano por exemplo.
Terra amontoada, terra mal regada
O trabalho do solo influencia o escoamento da água no solo e portanto a sensibilidade das plantas à falta de água ! Quando a terra é compactada, comporta-se como um pavio : na superfície, a água evapora-se sob a ação do sol e do vento, aspirando muito simplesmente a água em profundidade. Pelo contrário, este efeito de pavio não existe numa terra bem arejada. A superfície do solo seca-se mesmo assim mas a terra não foi montoada, a água situada embaixo não é levada. Daí o ditado conhecido : "uma binagem vale duas regas". Na verdade, uma binagem (ação que consiste a quebrar a crosta na superfície da terra e portanto a descompactar de maneira superficial a terra) não vale duas regas mas poupa importantes contributos de água. Binar a terra ao pé de uma planta que tem sede não vai ajudar a situação ! Mas uma vez regada, uma binagem vai afastar a data do próximo contributo de água.
 
Regar muito...
Regar muito...Tenha cuidado a não regar demasiado. O excesso é pior que o mal (a doença). Muita água apodrece as raizes por asfixia. As plantas adquirem uma cor amarelada, e crescem menos. Os vegetais de sebe, como os fusanos e os Elaeagnus, podem também perder as suas folhas. Neste caso, é preciso limitar as regas e de certeza melhorar a drenagem ao pé porque a água escoa-se mal no solo.
Quando rega muitas vezes, arrisca-se também tornar a planta dependente à irrigação. Isto é particularmente verdade com a relva. A desfrutar de uma rega regular, a planta não tem de buscar a água muito em profundidade : satisfaz-se a explorar aquela que você lhe trazer, com a ajuda das raizes situadas perto da superfície do solo. E quando a seca chega, que não regar mais… é um desastre para a planta ! O solo seca-se em superfície e a planta dependente à água de rega enfraquece. Pelo contrário, uma planta "privada" vai passar melhor o verão!


Fazer escorrer água ao pé de uma planta, é simples ! Mas trazer a boa quantidade sem excessos nem falta, é melhor.
As boas quantidades
O volume de água a trazer à uma planta depende de vários parâmetros : as suas necessidades naturais (conforme trata-se de uma planta de terreno húmido ou de terreno seco), a quantidade de água que as chuvas trouxeram e a textura da terra (arenosa ou argilosa). Estes parâmetros variam tanto que é difícil dar medidas exactas : a mesma planta aqui pode se passar de qualquer rega enquanto que aqui, é necessário trazer-lhe pelo menos 200 litros no ano !
Informe-se portanto sobre as necessidades dos vegetais que plantou ou que pensa instalar. Privilegie os vegetais que resistem à seca se a sua terra for arenosa ou que a região recebe menos água que noutro lugar. Em zona húmida, como no fundo de vale ou perto dos cursos de água, não se obstine a querer cultivar plantas que têm poucas necessidades de água : como vamos vê-lo, vão ficar doentes.
Algumas marcas
Quando uma planta vê as suas folhas amolecer, é urgente trazer-lhe água. Com a experiência, damo-nos conta da falta de rega um pouco antes : a folha perde do seu brilho, é mais mate que de custume, e isto durante algumas horas antes de murchar. As plantas que murcham muito frequentemente necessitam regas mais frequentes e mais regulares : aumente as quantidades à cada contributo (em terra argilosa) ou aumentar a frequência (em solo arenoso).
Nas árvores e nos arbustos, a sede localiza-se mais dificilmente, porque os ramos não se dobram. A cor amarelo precoce das folhas (às vezes a partir do mês de agosto), um crescimento anormalmente limitado ou mesmo uma floração a contra - estação constitui os sinais de uma falta de água. Não é necessário temer, em solo poroso e seco, de trazer 50 litros por semana a uma jovem árvore em pleno crescimento !
Algumas plantas manifestam de maneira estranha uma sede crónica. Assim no tomate, as folhas enrolam-se, enquanto que o buxo toma uma tonalidade cor de laranja.
 
Saber dosar
Quando rega-se à mangueira, tem-se muito depressa a impressão de inundar a planta. Escorre rapidamente e faz barulho... mas na realidade, às vezes não se puz mais de um litro de água à uma planta que reclamava dez vezes mais ! Faça o teste : conte o número de segundo necessários para o preenchimento de um regador-padrão, e ajuste o tempo passado a regar as plantas à mangueira. Com o regador, a medida é mais fácil, porque tem-se consciência de trazer um meio regador ou um regador completo.
Muita água : os prejuízos
Bem regar, é também não regar demasiado. Muitas plantas sofrem de um solo encharcado por causa de contributos demasiado generosos. É o caso das roseiras, que vão desenvolver doenças das raizes e de seguida enfraquecer. As sebes de arbustos com folhas persistentes, como os Eleagnus vão tomar uma cor amarelada. Se o excesso durar no tempo, vão perder as suas folhas e enfraquecer. O novato diz-se que devem ter sede, regue ainda mais... e acentua o problema ! É necessário pelo contrário reduzir as regas, tocar a terra antes de regar de novo : se estiver ainda húmida ao tocar, é necessário ainda esperar.
As plantas com a folhagem prateada, muitas vezes as mais sóbrias (simples), podem tomar uma cor amarela quando recebem muita água. Muitas vezes, são menos velosas, menos cinzentas de aparência. Os seus talos são mais lançados, como estioladas. Os seus tecidos suaves sofrem dos pulgões e de números insectos que picam, que aproveitam da sua fraqueza : neste caso, deixe o regador de férias !

As plantas cultivadas em vasos e em jardineiras não podem ir procurar elas mesmas a água que lhes falta. Tem portante uma grande responsabilidade no que diz respeito a estas protegidas!
Não há regra específica para regar as plantas em vaso. Esqueça os conselhos do tipo “rega duas vezes por semana” porque vai incentivá-lo a cometer erros, regando demais ou não o suficiente. Mais vale avaliar as necessidades da planta e responder de maneira apropriada. Se for noviço, não se preocupe : aprende-se muito depressa !
 
Tocar, o bom gesto
Molhe a superfície da terra em vaso e deixe escorrer o excesso de água durante alguns minutos. Colocando a mão na superfície da terra, sem apertar, dá-se conta da presença de água. Se esperar mais um pouco, por exemplo após um dia se não fizer demasiado calor, a superfície ao tocar vai parecer húmida, nem encharcada nem seca. Se apertar muito forte, vai sentir talvez mais a sensação de humidade. E se esperar ainda, a sensação corresponde ao tocar de uma superfície seca. Mesmo apertando fortemente, impossível detectar a presença de água. A terra está então seca ao tocar e deve ser regada.
Qual quantidade ?
A quantidade varia conforme o volume do vaso e portanto do tamanho da planta. Um pequeno vaso vai secar mais depressa que um grande vaso, que tem mais inércia. Na prática, traga tanta água que necessário para manter a superfície da terra humida ao tocar, mas também não encharcada. Não deixe o pires preenchido de água permanentemente : as plantas não suportam de ver as suas raizes mergulhadas na água e apodrecem, com raras excepções.
A maneira a mais prática de regar é mergulhar o vaso num balde de água durante cerca de uma meia hora, deixar escorrer o excesso e colocar depois a planta no lugar.

As caixas com reserva de água
Dispensam da tarefa de rega, é verdade. Mas não têm apenas vantagens se forem utilizadas sem discernimento. Primeiro, não utilizá-las no exterior mas apenas dentro de casa. Depois uma trovoada ou uma chuva forte, transformar-se-iam em aquário e as suas plantas apodreceriam muito depressa !
No interior, reserve as caixas às plantas sólidas, que aceitam ver as suas raizes permanecer em contacto com a água, como os papiros (Cyperus alternifolia). Para este tipo de plantas, a caixa com reserva de água é ideal.
Tártaro na terra
À força de regar com a água calcária, forma-se uma crosta (casca) inestética na superfície da terra e até fora dos vasos de barro. Para além do seu aspecto inestético, esta crosta não é sã para a planta. Retire-a escovando o vaso e tente regar mais frequentemente com uma água não calcária, como a água de chuva ou a água da torneira ascrescentada de sumo de limão para 5 L.
Cuidado com o frio !
Última precaução quando trata-se de regar plantas em vaso, especialmente no interior : certifique-se que a água não seja demasiada fria. Uma água fria provoca um estresse considerável em uma planta de apartamento no inverno. As suas raizes podem perecer, fazendo murchar a planta quando a terra está molhada ! Mais vale deixar a água pôr-se a temperatura durante algumas horas antes de a utilizar. Ou então, fazer escorrer uma água tépida (20°C apenas) no seu regador no momento de regar.

Dependendo da região na qual encontra-se o seu jardim, poderá recuperar para a utilização de 400 à 800 litros de água por ano e por m ² de telhado : vai fazer grandes economias na sua factura de água !
Os números (dados) indicados pelos fabricantes são muitas vezes superiores mas não se engane : são calculados para um telhado plano e recebendo todas as chuvas, o que não é o caso na prática. Seja como for, a recuperação das águas de chuva vale sempre a pena.
Colectar
Encontrará no comércio sistemas a ligar num algeroz, mais precisamente sobre o que se chama o tubo de descida. Os modelos sofisticados possuem um filtro que retem as folhas mortas, que deixa passar apenas uma água limpa. Se recuperar a água directamente à saída do tubo, vai colher a agua com as impurezas, que pode sujar a sua reserva de água. O risco não é de ter uma água turva mas mais de tapar o regador ou outro aparelho de rega ! Saíba também que pode muito bem regar com uma água que não é perfeitamente cristalina. Até “uma água enferrujada” pode servir, nas plantações robustas (coníferos, bambus…). Não é no entanto o ideal !
Armazenar (depositar)
Toda a dificuldade consiste a colectar a água no momento em que as necessidades do jardim são fracas, do outono até a primavera, para restituir às culturas o resto do tempo, quando a chuva falta. É necessário portanto prever uma cuba suficientemente volumosa para “fazer a soldadura” entre dois episódios chuvosos.
Nas regiões onde os verões são secos, encare uma cisterna de grande capacidade (até a 10m3, ou mais). Este tipo de cuba deve ser enterrada com a utilização de uma terraplanagem a efectuar à máquina escavadora. Trata-se de um verdadeiro investimento, que é amortizado ao longo de vários anos.
Nas regiões bem regadas, cisternas de pequena capacidade (1m3) serão suficientes para esperar a próxima chuva. Utilize uma cisterna destinada à recuperação de água de chuva e não reutilize um casco que continha substâncias perigosas. Não é somente… bidão mas potencialmente nocivo para sí e para o ambiente.
Certifique-se além disso que a cisterna instalada oferece-lhe a possibilidade de conhecer a quantidade de água que ela contém sem ter que adevinhar às cegas : um indicador de nível será uma opção apreciável.
Utilizar
Embora muitas vezes pensamos à capacidade da cisterna de armazenamento da água de chuva, pensa-se muito manos à forma como a água estará disponível. Uma vez a água na cuba, é necessário extrair-a para espalhar-a ao pé das plantas. Sem bomba ou sistema de pressurização, vai muito depressa se cansar de regar ao regador, mesmo se tem também suas vantagens !
Uma bomba é portante necessário. Existe kits (conjuntos) completos, que não somente têm uma bomba mas fornecem água sob pressão, como à que escorre da torneira. Poderá então utilizar esta água nos sistemas de irrigação (tubos, regadores, etc.), que precisam de uma certa pressão para funcionar.
Uma cuba em boa saúde (em bom estado)
No ideal, será necessário purgar a cisterna cada ano, antes do outono. A água da chuva veicula sempre fragmentos (bocados) (pedaços de folhas, raminhos, insectos, etc.), a formação de lodo no fundo é inevitável. Isto é ainda mais verdadeiro se árvores encontram-se à proximidade ou se o telhado for musgoso. Na região fria, as cubas não enterrados podem completamente congelar durante invernos rigorosos : tem que as esvaziar para evitar que rachem-se sob o efeito do gelo.

Deixo-vos este post que foi uma pesquisa a um site da planfor pelo sr. Jean Michel.

You Plant??? You Should!!!




domingo, 26 de fevereiro de 2012

Hortelao do Amor, Uma Planta Diurética e Estimulante

Uma planta diurética e estimulante Cresce por toda a Europa e América do Norte, assim como noutras regiões temperadas, incluindo a Austrália. As partes utilizadas para fins medicinais são a planta inteira fresca.É um excelente diurético, podendo ajudar a eliminar pedras no aparelho urinário e tratar infecções do mesmo. É também um estimulante do sistema linfático, aliviando problemas de glândulas inchadas e com caroços.É ainda útil no tratamento de vários problemas de pele como seborreia, eczema e psoríase. Também purifica o sangue e constitui um excelente desintoxincante do organismo, ajudando a eliminar as toxinas através da urina. Tem sido utilizado nalguns casos de cancro linfático. Nesses casos, é mais eficaz ingerir a planta em forma de sumo em vez de chá. É ainda utilizada para arrefecer o corpo em casos de febre. Externamente, pode ser utizada em cataplasmas para cicatrizar e desinfectar feridas e ainda para estancar o sangue.Componentes Contém iridóides (incluindo asperulósido), ácidos polifenólocos, antraquinonas (só na raiz), flavonóides e taninos.Cosmética Pode ser utilizada uma infusão para lavar o rosto e aclarar a pele. É também útil em problemas de icterícia. Pode ser misturada como a água de enxaguar o cabelo para combater a caspa. Pode ainda ser utilizado como eficaz desodorizante. Ferva a planta durante cerca de 15 minutos, deixe arrefecer e guarde no frigorífico durante cerca de 5 dias.CulináriaCom os frutos, é possível confeccionar algo semelhante ao café e a raiz moída pode substituir a chicória, sendo ainda muito utilizada em tinturaria para a obtenção de um bonito corante vermelho. O Amor-do-hortelão ou agarra-saias é uma planta silvestre, anual, invasora, da família das rubiáceas. O nome científico é Galium aparine L. Apresenta caule quadrangular, viloso nos nós e ramoso a partir da base, com espirais de folhas lanceoladas, cuja face superior está provida de pelos gancheados. As pequenas flores brancas desenvolvem-se nas axilas das folhas e têm quatro pétalas. O fruto tuberoso mede cerca de 4 milímetros e é gancheado e com pelos, enquanto a raiz é delgada. Tal como o seu nome indica prende-se obstinadamente, por meio dos caules, à roupa dos caminhantes desprevenidos e dos animais, serve-se dos seus acúleos recurvados para se erguer, agarrando-se a tudo o que está próximo, sem no entanto danificar as outras plantas vizinhas. Esta planta trepa por árvores e arbustos, cobrindo por vezes grandes extensões de matas e silvados. Convém controlá-la um pouco nos nossos jardins, pois é extremamente invasora, apesar de se tratar de uma planta delicada, graciosa, macia e leve, com excelentes potenciais fitoterapêuticos.Os ingleses dão-lhe o nome de cleavers, goosegrass ou gripgrass. O nome científico deriva de uma palavra antiga Aparinê que significa "que agarra". Esta planta era conhecida dos antigos gregos, pois já Dióscorides explica como os pastores utilizavam os seus caules, atados em feixes, para clarificar o leite. Este recomendava-a também contra o cansaço.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Crie o seu sistema Hidroponico para Alfaces





Se você mora em um apartamento ou em uma casa que não possui muito espaço para cultivar parte dos alimentos em uma horta, ou então, se mexer com terra é um problema; uma dica interessante é o cultivo de alimentos em água, a chamada hidroponia. A hidroponia é a ciência que cultiva plantas sem a necessidade de solo (substrato). As raízes ficam embebidas em água da qual recebe uma solução com nutrientes essenciais, em quantidade necessária para o desenvolvimento saudável do vegetal. Este tipo de cultura exige pouca mão-de-obra, não necessita mecanização é simples de fazer e produz o ano todo. É possível aplicar esta técnica também em escala comercial, trazendo como vantagem a diminuição da agressão ao meio ambiente com a produção agrícola intensificada. Material:- 1 caixa de gelado de dois litros (com tampa);- 6 garrafoes de cinco litros (um para recortar e cinco para dissolver os nutrientes);- 1 rolo de fita adesiva aluminada, bem reflexiva;- 1 medidor de 10 mL;- 1 kit de adubo;- 1 muda de alface (adquirida em agropecuária. Mas, é possível comprar a semente de alface e fazer a própria muda em casa).Método: Faça uma abertura na tampa da caixa do gelado do tamanho da tampinha da garrafao de cinco litros. Em seguida pegue num garrafao e recorte a parte superior, para fazer um funil de 4 cm de altura. Na tampinha faça duas aberturas, deixando uma parte intacta no meio para que a raiz não caia. Envolva todo o pote de sorvete, inclusive a tampa, com a fita adesiva aluminada. Fechea caixa e encaixe o funil na abertura. Preparo da solução: Colocar um pouco de água potável nos cinco garrafoes de agua e adicionar um saquinho de adubo em cada uma delas. Para dissolver completamente, feche o garrafao e agite bem. A seguir, complete todos os garrafoes com água potável (5L no total). Os garrafoes devem ser armazenados em local totalmente protegido da luz.Como adicionar a solução nutritiva e a muda: Encha a caixa de gelado até a metade com água potável. Retire com o medidor 10 mL de cada garrafa0 (solução) e adicione na caixa. Lembrando que o medidor deverá ser lavado antes de retirar do próximo. Feche o pote e em seguida pegue o funil com tampa, coloque a muda no orifício e encaixe o bico da garrafa na tampa do pote. Complete com água potável até que encoste na base da tampa do funil, o ideal é que ultrapasse a base da tampa cerca de 2 mm.
Mantenha a planta protegida da chuva e sempre exposta ao sol. Elas precisam de horas de exposição, se isso não acontecer ou ficar a meia sombra a muda poderá atrofiar e não se desenvolver. Manutenção da muda: Cerca de seis dias depois o nível da solução com nutrientes começa a baixar, então é necessário fazer a reposição (adicionar mais solução), para isso a maneira mais prática de fazer é deixar preparada e misturada em um balde com tampa e protegido da luz. Retire com uma caneca a quantidade de solução suficiente para completar o nível da caixa de gelado. *Exemplo de preparo da mistura: em um balde 20L complete 19,5L de água + 100 mL de cada adubo = 20 L de mistura. Um dos principais segredos da alta produtividade das plantas neste tipo de cultivo é o correto equilíbrio das soluções utilizadas. Este equilíbrio garante a alta qualidade da produção. A criação do projeto é do Dr Jorge Barcelos da LabHidro da Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil.
5 Passos para construir um sistema Hidrópónico em casa
Hidroponia geralmente significa o cultivo de plantas em água sem o uso de solo. Quando este fenômeno era novidade, era um pouco mais complicado e acabava sendo “confinado” às pessoas experientes, que sabiam sobre jardinagem e tinham conhecimento técnico. Mas agora, com o avanço no campo tecnológico o cenário mudou completamente e é possível que todos possam criar um sistema de hidroponia a partir do zero, isso também com poucas despesas. Não é necessário ser um técnico para construir este sistema. Se você for capaz de inserir um tubo em uma bomba de água e fixar em um reservatório, o sistema hidropônico poderá ser criado facilmente. O CicloVivo separou cinco passos para construir um sistema hidropônico:1. Arranjo Esta é a parte essencial do procedimento e não é muito difícil ou complicado. Primeiramente é preciso decidir as espécies de plantas a serem cultivadas. O projeto será definido com base nesta escolha. O sistema deve ser executado de acordo com a exigência de cada espécie de planta. Para as plantas que dependem de água abundante, sistemas hidropônicos de fluxo e refluxo são considerados melhores, enquanto para outros, o sofisticado sistema de gotejamento é recomendado. Uma vez decidido o que será cultivado, é recomendável que se faça uma pesquisa para verificar qual é o sistema mais adequado à sua escolha. Quando isso for resolvido, compre as plantas. Na internet podem ser encontrados alguns sites que oferecem planos de hidroponia gratuitos.2. Elementos constitutivos Estes podem ser encomendados online ou comprados em lojas especializadas. Eles formam uma parte importante do sistema. Diversos sites na internet oferecem listas de componentes, além de guia sobre como criar um sistema hidropônico a partir do zero. Depois de saber quais componentes são necessários, é hora de comprá-los. Escolha os componentes exatos que estão citados na lista. Nunca tente coisas similares. Uma simples mudança pode alterar o funcionamento do seu sistema. Lembre-se que os itens da lista são escolhidos por pessoas especializadas com base no melhor para o sistema.3. Construção do sistema Depois das compras, é hora de começar a construir o sistema. Tente construir um que possa durar bastante tempo. Há certas coisas que você deve saber nesta fase. Procure pelas dimensões, equilíbrio e ângulos corretos. Comece colocando as peças maiores, como um recipiente de nutrientes em um lugar seguro, onde ele permanecerá em equilíbrio. Depois, anexe as bandejas de acordo com a exigência do seu sistema hidropônico. Certifique-se que esteja usando equipamentos de apoio, se sentir que o tabuleiro não está em equilíbrio e seguro para permanecer constante para o recipiente.4. Não ignore os pequenos detalhes Muitas vezes, um sistema perfeitamente hidropônico pode ser arruinado por ignorar pequenas coisas. Algumas delas podem passar despercebidas quando se está construindo um sistema. Portanto, é melhor e recomendável fazer uma verificação final e completa quando a fase de construção do seu sistema hidropônico acabar. É melhor examinar os acessórios como tubos soltos, bombas não funcionais, tubos de ar e sistema de drenagem sem limites pelo menos uma vez. No caso de suspensão do sistema que estão sendo usados​​, verifique se estão bem e devidamente montados.5. Diversos Isto é tudo o que um sistema hidropônico pode oferecer a uma planta: oxigenação e nutrientes, mas um vegetal geralmente requer mais do que isso. É também exigida uma boa temperatura, umidade e luz solar para que a planta cresça bem. Componentes extras, como umidificadores, luzes hidropônicas, sistemas de refrigeração e assim por diante, não são partes de um sistema hidropônico, como procedimento. A adição destes componentes ao sistema não só é muito necessária, mas benéfica também.
Espero que este post seja proveitoso e que possam começar uma nova aventura, facil e economica, ainda compra alfaces???
You Plant??? You Should!!!

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Plantas Aromáticas como fazer e o que fazer.

Top 10 ervas aromáticasQuer tenha um extenso jardim ou um pequeno terraço com alguns vasos, guarde sempre algum tempo e espaço para dedicar ao cultivo de ervas aromáticas – bonitas, saudáveis, frescas, aromáticas e comestíveis… tudo à mão de semear e saborear.

1. A localização no jardim

Regra geral, as ervas aromáticos necessitam de um solo solto e poroso, ou seja, prosperam mais em terra seca e aberta do que em terra pesada e húmida. Para assegurar estas condições de crescimento, escolha uma zona do jardim que receba muito sol e, se for necessário potenciar as características do solo, basta juntar-lhe areia para tornar a terra mais solta. Os canteiros reservados a um jardim aromático podem ser circulares, quadrados, em caracol ou espiral, com ou sem intersecções. Se preferir uma estrutura mais organizada, pode dividir o jardim aromático com pedras/tijolos (a vantagem destas é que acumulam o calor do sol, potenciando o desenvolvimento das ervas) ou estacas, mas também pode fazer uma plantação livre e completamente natural. Por fim, quanto mais perto de casa ou da porta da cozinha melhor – para aproveitar todos os ingredientes frescos que tem à disposição.

2. Vasos e floreiras

A facilidade com que crescem a maioria das ervas aromáticas permite que estas possam ser igualmente plantadas em vasos e floreiras que descansam no peitoril da janela da cozinha ou penduradas numa varanda. O facto de não necessitarem de muito espaço para florescerem significa que mesmo num pequeno apartamento é perfeitamente plausível desfrutar de um jardim aromático. Se possível, opte por vasos em terracota, no entanto, as floreiras ou vasos em plástico são igualmente adequados. Certifique-se que o tamanho dos vasos são apropriados ao tipo e quantidade de erva aromática a semear e junte sempre à terra normal, areia ou argila em partes iguais, para torná-la mais solta e permeável. Coloque os seus vasos no local mais solarengo da varanda, terraço ou janela e observe o seu crescimento rápido e bonito.

3. Variar para saborear

Na hora de plantar um jardim aromático, importa escolher ervas que aprecie particularmente e que habitualmente utiliza na cozinha. Quanto mais espaço de jardim tiver, mais espécies pode plantar; no entanto, se vai optar por um “jardim envasado”, a variedade pode mesmo assim ser muita: 6 vasos permitem 6 tipos de ervas aromáticas distintas, por exemplo. Existem ainda várias espécies que, quando plantadas em conjunto, florescem lindamente, por isso, veja que tipo de misturas pode fazer para duplicar o jardim aromático, tornando-o, em simultâneo, visualmente atractivo.

4. Semear e cuidar

Seja em jardim ou vaso, não há nada mais simples do que semear ervas aromáticas: basta espalhar as sementes no solo arenoso e verificar, poucas semanas depois, o florescimento das plantas. Se pegarem à primeira – que é, por norma, o caso – as colheitas sucedem-se e terá sempre um jardim aromático em flor, com ervas frescas prontas a ser utilizadas. Como em tudo na jardinagem, existem algumas espécies que requerem cuidados específicos ou que se cultivam melhor quando plantadas em conjunto com outras ervas, por isso, informe-se aquando da compra. Casos especiais à parte, depois da sua plantação, um jardim aromático necessita apenas de ser regado periodicamente, especialmente quando o tempo se apresentar mais quente e seco. Para assegurar um jardim aromático que floresce todo o ano, saiba que existem muitas ervas que suportam os meses de Inverno, enquanto outras necessitam apenas de serem envasadas e colocadas no interior ou em janelas solarengas para continuarem a dar os seus frutos, mesmo nas alturas mais frias do ano.

5. Colher e saborear

A maioria das ervas aromáticas ostenta o seu melhor sabor antes de florescerem, por isso, esteja atento – uma vez em flor, as folhagens mais antigas comecem a desvanecer e as novas surgem mais pequenas e azedas. Quanto mais as utilizar e colher, maior é o incentivo para o jardim aromático continuar a crescer e a desenvolver. Se alguma planta florescer rapidamente, pode cortar cerca de um terço da mesma para voltar a estimular a produção, fazendo questão de recorrer às folhas mais vezes. São os óleos presentes nas ervas os principais responsáveis pelo aroma e sabor deste tipo de planta; e a concentração desses óleos é mais elevada de manhã, por isso, é esta a melhor altura do dia para as colher. Com recurso a uma faca, tesoura ou mesmo com as mãos, colha os seus frutos aromáticos a meio da manhã – depois de o orvalho secar nas folhas e antes de ficarem murchas devido ao sol – e lave-os gentilmente em água fria antes de utilizar.
No texto a seguir vou vos deixar a selecção das melhores 10 plantas aromáticas.


1. Cebolinho (Allium schoenoprasum)

Cebolinho (Allium schoenoprasum)
Perfil: uma planta bolbosa cujas folhas verdes e flores azuladas esféricas têm um sabor picante a alho-porro e são ricas em vitaminas A e C. Delicioso em saladas e temperos, sabe bem ter o cebolinho à mão de semear e de colher.

Cultivo e cuidados: semeada ou envasada, o cultivo do cebolinho requer um solo rico em nutrientes e com elevada exposição solar. Na Primavera limpam-se as folhas em preparação para a nova rebentação e no Verão os cuidados prendem-se com uma rega adequada. No Outono, esta planta pode ser retirada da terra, envasada e colocada numa janela, para continuar a desenvolver, mesmo no Inverno. A colheita deve ser moderada, uma vez que a sua folhagem é frágil e enfraquece facilmente.

2. Coentros (Coriandrum sativum)

Coentros (Coriandrum sativum)
Perfil: apresentando-se em forma de arbusto com folhas recortadas e flores brancas delicadas, os coentros caracterizam-se pelas suas sementes picantes, recheadas de óleos essenciais e ácidos orgânicos. No entanto, também a sua folhagem verde é amplamente utilizada na cozinha.

Cultivo e cuidados: semeados preferencialmente em Abril, os coentros requerem uma terra solta e permeável, num local protegido mas solarengo. Durante a fase de crescimento pedem água abundante e a sacha periódica do solo. Depois de florescer em Junho, as sementes necessitam de um período de maturação que se prolonga até ao Outono – nessa altura, colhem-se os coentros antes de espigarem, caso contrário, todas as suas folhas caem.

3. Erva-cidreira (Melissa officinalis)

Erva-cidreira (Melissa officinalis)
Perfil: no Inverno a erva-cidreira revela-se como um arbusto amplo com folhas esverdeadas e emana um delicioso aroma a limão; no Verão ostenta pequenas flores brancas. Contém fibras com elevado valor nutricional, os óleos essenciais citrolenal e citral, mas também taninos, saponinas e timol, cujas propriedades são anti-sépticas. A erva-cidreira é mais saborosa quando colhida fresca e é amplamente usada em chã, refrescos e sobremesas.

Cultivo e cuidados: o seu cultivo pode ser feito por divisão, necessitando principalmente de um local com muito sol e terra solta. No final do Inverno, a planta requer uma poda quase integral para que possa desenvolver uma nova folhagem.

4. Funcho (Foeniculum vulgare)

Funcho (Foeniculum vulgare)
Perfil: caracterizado por hastes finas e altas que podem atingir um metro de altura, o funcho revela ainda, sempre no final do Verão, pequenas flores amarelas. As hastes, sementes e flores contêm óleos essenciais bastante condimentados, sendo utilizados em temperos e conservas diversas. A sua semente é ainda ingrediente habitual em pastelaria e, curiosamente, em chás digestivos. 

Cultivo e cuidados: quando comparado com outras ervas aromáticas, o funcho apresenta um processo de desenvolvimento bem mais longo e que ascende aos dois anos – no primeiro forma pequenos arbustos que, no ano seguinte, dão lugar às hastes, às flores e respectivas sementes. O funcho deve ser semeado ao ar livre a partir de Abril, num local com solo solto e muito solarengo.

5. Hortelã-pimenta (Mentha piperita)

Hortelã-pimenta (Mentha piperita)
Perfil: caracterizada como uma planta perene resistente, bonita e muito aromática, a verdade é que existem várias espécies de hortelã-pimenta que emanam agradáveis aromas a manjericão, chocolate e limão, só para dar alguns exemplos. As suas folhas brilhantes e de um verde intenso, contêm óleos essenciais com propriedades terapêuticas, especialmente indicadas para o tratamento de perturbações digestivas, inflamações, espasmos e dores gerais. Na cozinha, é um ingrediente privilegiado em sopas, molhos, sobremesas e várias bebidas, incluindo o chá.

Cultivo e cuidados: a hortelã-pimenta pode ser plantada com ramificações das suas próprias raízes e o seu crescimento veloz requer um canteiro delimitado ou então um vaso. Pouco tolerante em relação ao Inverno, está no seu auge nos meses mais quentes do ano.

6. Manjericão (Ocimum basilicum)

Manjericão (Ocimum basilicum)
Perfil: perfumado, saboroso e florido, o manjericão é uma excelente adição a qualquer jardim aromático. Assumindo o formato de um pequeno arbusto, as suas muitas ramificações são cobertas por folhas verdes brilhantes e rijas. Quanto mais jovens forem os rebentos, mais condimentadas são as suas folhas – recheadas de óleos essenciais como o estragol, cânfora e linalol, contém ainda ácidos orgânicos e generosas doses de vitaminas C e A. Utilizado para temperar muitos pratos culinários (a típica salada de tomate com queijo mozarela é um bom exemplo), não deve ser, porém, consumido em excesso devido ao seu alto teor de estragol.

Cultivo e cuidados: plantado com recurso a sementes, o manjericão exige muito sol, terra nutrida e permeável, de preferência longe dos caracóis e protegida contra a geada, nomeadamente a primaveril. A colheita deve ser sempre feita a partir da zona superior da planta, um gesto que favorece a sua produção. Deve ser replantada de 4 em 4 anos.

7. Orégão (Origanum vulgare)

Orégão (Origanum vulgare)
Perfil: apresentando-se sobre a forma de arbusto com muitas ramificações, a sua diversidade em termos de espécies resulta numa enorme variedade de plantas que incluem folhas verdes ou douradas, assim como flores brancas e lilases que, arrebentando em Julho, duram até aos meses outonais. A combinação dos óleos essenciais timol e cravacrol e o teor de vitamina C resultam num sabor delicioso que, em forma de flor fresca ou seca, é um dos ingredientes principais nos pratos italianos.

Cultivo e cuidados: o cultivo do orégão pode ser realizado através de sementes ou divisão, desde que feito num solo solto, protegido e ensolarado. Para garantir o seu florescimento, a poda deve ser feita na Primavera, prolongando-se o seu cultivo até ao Inverno, desde que protegido da geada.

8. Pimenta malagueta (Capsicum frutescens)

Pimenta malagueta (Capsicum frutescens)
Perfil: ao contrário do pimento tradicional, a pimenta malagueta quando floresce mantém-se na terra durante vários anos, formando, inclusive, pequenos arbustos. Os seus frutos apresentam-se de vários tamanhos e formatos, sempre vermelhos ou amarelos. Extremamente picante, as suas doses devem ser bem medidas antes de aplicadas em receitas culinárias.

Cultivo e cuidados: as sementes podem ser adquiridas ou então obtidas através de uma vagem madura da planta, que se dá igualmente bem tanto num pedaço de solo como num vaso. No Verão requer um local ao ar livre mas protegido (uma espécie de estufa) e no Inverno deve ser levada para dentro de casa – suporta muito bem o calor e os ambientes interiores, mantendo-se verde e produtiva durante todo o ano.

9. Salsa (Petroselinum sativum)

Salsa (Petroselinum sativum)
Perfil: reproduzindo-se em formato de arbusto, o cultivo da salsa é, tal como o funcho, uma produção bienal que no primeiro ano origina folha e no segundo, uma flor amarela. Independentemente de a folhagem ser lisa ou frisada, o sabor ligeiramente picante da salsa é idêntico em ambas as variedades. Contendo sais minerais, vitaminas C e A, a salsa é amplamente utilizada na cozinha mediterrânica, mas não deve ser consumida em excesso devido ao seu alto teor de óleo essencial de apiol.

Cultivo e cuidados: a sua produção é facilmente conseguida através de semente ou divisão, num terreno solto e solarengo; e subsiste tanto no Verão como no Inverno (desde que resguardada do frio ou então envasada e levada para os peitoris interiores das janelas). Quanto mais intenso for o cultivo, mais fresca se mantém a planta. Uma vez florescida, dá-se a maturação das sementes e, no final, a morte da planta – por este motivo, deve-se alterar constantemente o local de cultivo da salsa.

10. Tomilho (Thymus espécies)

Tomilho (Thymus espécies)
Perfil: crescendo para formar pequenos e resistentes arbustos, existem diversas variedades do tomilho que cresce abundantemente, mesmo nos espaços mais reduzidos. Com um sabor e aroma irresistível – graças aos óleos essenciais de timol e carvacrol – é ingrediente estrela na culinária mediterrânica.
Cultivo e cuidados: plantado com recurso a sementes ou simplesmente envasado, o tomilho é um amante do calor e cresce ostensivamente. Florescendo a partir de Maio, altura em que apresenta pequenas flores azuis, pode ser aproveitado logo nesta fase, uma vez que é quando apresenta o melhor paladar. Subsiste também nos meses mais frios do ano desde que coberto com uma protecção ventilada. 

Agora fica ao vosso critério, desfrutem das plantas aromáticas, cultiveas e saborei á sua mesa na companhia de quem mais gosta. Incentive a cultivar, tone-se mais sustentavel, contorne a crise...
You Plant??? You Should!!!

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Truques e dicas para o cultivo de Morangos

Adorados por muitos, os morangos são um dos frutos de Verão mais apetecidos e dos mais fáceis de plantar e cultivar num jardim pessoal, quer seja numa área de terra extensa, quer seja num vaso na varanda. Delicie-se com esta experiência…

Toma lá morangos

O morango (Fragaria vesca) é uma herbácea perene, rasteira e de pequeno porte, caracterizada por uma folha com três folíolos e pequenas flores brancas. Existem dois tipos de morangueiros: os remontantes (crescem continuamente entre Junho e Outubro) e os não-remontantes (produzem morangos apenas uma vez por ano entre Abril e Junho). Os primeiros devem ser plantados na Primavera e os segundos no final do Verão, preferencialmente em Agosto/Setembro. Apesar de murcharem no Outono, as raízes do morangueiro sobrevivem aos meses mais frios do ano para voltarem a florescer mal chegue a Primavera.

As condições ideais

Para colher os melhores e os mais saborosos dos morangos, as suas plantas necessitam de muito sol directo, no mínimo 6 horas diárias, o que torna crucial uma escolha acertada do local para cultivo. Adicionalmente, os morangueiros não toleram nem a terra seca, nem a terra encharcada, ou seja, é necessário um equilíbrio: um solo que absorve bem a humidade, mas que também permite o escoamento da água. Os morangueiros florescem bem num solo que apresente níveis de pH entre os 5.0 e os 7.0, mas os níveis ideais são aqueles situados entre os 5.3 e os 6.5. É igualmente importante que os morangueiros sejam plantados longe das raízes de árvores de grande porte para que estas não se apoderem da sua água e humidade.

Preparar a terra

Escolhido o local de cultivo, é necessário preparar a terra, no sentido de verificar que esta não contenha qualquer tipo de ervas daninhas, larvas ou doenças do solo. Se pretende plantar os morangueiros numa área que já foi relvada, esta terra deve ser limpa e cultivada pelo menos um ano antes dessa plantação. Os morangueiros nunca devem ser plantados na mesma terra onde, nos últimos três anos, se cultivaram tomates, pimentos, beringelas ou batatas, porque as doenças nestes vegetais são muito comuns. Os morangueiros podem ser plantados em cultura extensiva ou em canteiros delimitados, mas também florescem tanto em vasos (incluindo os suspensos) como em potes ou barris de madeira abertos.

Cultivo & Manutenção

  • Recomenda-se a plantação dos morangueiros num dia fresco e nublado, condições atmosféricas que colocam menos stress sobre as plantas que serão transplantadas – se tiver de guardar as plantas algum tempo antes de as colocar no solo, escolha um local fresco, que não receba luz solar directa e mantenha as raízes húmidas, mas não encharcadas.
  • No dia da plantação, retire qualquer raiz danificada e apare as maiores para que não ultrapassem os 10-12cm em comprimento; remova todas as flores, estolhos e folhas velhas, colocando os morangueiros num recipiente com um pouco de água no fundo enquanto aguardam a sua vez de serem plantadas na terra.
  • Os morangueiros devem ser colocados na terra com as raízes voltadas para baixa, formando um espécie de leque e com o meio da coroa da planta ao nível da superfície da terra. Se o morangueiro for plantado a pouca profundidade, a coroa pode secar; se for plantado com demasiada profundidade, a coroa pode apodrecer. Uma vez posicionado, distribua a terra de forma compacta em torno da planta e regue bem.
  • Para plantar 30 morangueiros (a quantidade ideal para uma família de quatro pessoas, por exemplo), requer-se um espaço de pelo menos 9m de comprimento por 2,5m de largura. As filas devem ter um espaçamento de cerca de um metro entre elas e os morangueiros devem ser plantados com uma distância de cerca de 50 a 60cm entre eles.
  • Os morangos precisam de ser bem regados pelo menos uma vez por semana ou então sempre que a precipitação seja menos do que 2,5cm num período de sete dias. Aconselha-se a rega de manhã cedo para que as folhas possam secar antes de o cair da noite, evitando assim eventuais doenças. 

Truques para morangos magníficos

  • A produção ideal dos morangueiros e consequente cultivo de morangos excepcionais acontece quando a temperatura do solo se mantém mais fresca. Para conseguir isto, utiliza-se o sistema do “mulch” que não é mais do que implementar uma camada protectora do solo para preservar a humidade da terra, controlar ervas daninhas e manter a fruta limpa. No caso dos morangos, recomenda-se a colocação de palha entre os morangueiros – este é um excelente truque que os jardineiros utilizam para manter os frutos limpos e secos e que talvez retiraram do seu próprio nome em inglês uma vez que “strawberry” significa precisamente “baga de palha”.
  • Existe ainda quem assegure uma protecção extra ao colocar redes anti-pássaros sobre os morangueiros.
  • Manter o solo livre de ervas daninhas é crucial para assegurar excelentes morangos e esta actividade deve ser praticada preferencialmente à mão, devido à fragilidade desta fruta. Se preferir utilizar utensílios de jardinagem, tenha especial cuidado em torno das raízes dos morangueiros.
  • Um fertilizante equilibrado pode contribuir para boas cultivações, por isso, faça a primeira aplicação aquando da plantação e a segunda pouco depois de apanhados todos os morangos nesse ano. Nas épocas seguintes, a primeira fertilização deve ocorrer no início de cada Primavera.
  • Se não ficou satisfeito com a qualidade ou sabor dos morangos durante uma determinada época, se a zona morangueiro está repleta de ervas daninhas ou mostra sinais de doença, opte pela sua renovação. Este tipo de renovação pode ser feito três ou quatro vezes com resultados positivos. Com uma tesoura ou um aparador de relva de mão corte a zona superior de cada morangueiro, sem danificar a sua coroa e deixe secar as folhas caídas antes de as retirar. Estreite cada fila para uma largura de 20-25cm, deixando intocadas metade das plantas (convém manter alguns jovens morangueiros). A outra metade deve ser desbastada, de forma a encurtar a distância entre cada uma, para cerca de 15cm. Se guardar demasiadas plantas, corre o risco de cultivar morangos muito mais pequenos e criar um ambiente propício a doenças. Aplique um fertilizante e bastante água para impulsionar o novo crescimento.

Apanhar para saborear

A apanha dos morangos deve ser uma operação delicada porque os morangos são frutos muito frágeis: comece por pegar no pé acima do morango com o polegar e o dedo indicador e puxe com um movimento ligeiramente torcido; deixe o morango rolar suavemente para a palma da mão e repita o processo até ter apanhado 3 ou 4 morangos. Coloque os morangos cuidadosamente num recipiente próprio, sem enchê-lo em excesso para não pisar e danificar os morangos que ficam no fundo. Afaste bem as folhas (tendo o cuidado de ver aonde pousa os pés) para não deixar nenhum morango ficar para trás, colhendo, no entanto, apenas aqueles que estejam completamente vermelhos. Os morangos que apresentam sinais de queimadura solar, danos de insectos, que parecem estar podres ou com qualquer outro defeito devem ser removidos e deitados fora. Os morangos devem ser apanhados para consumo imediato, de preferência de manhã ou em dias frescos (se os colher durante o calor do dia, ficam mais facilmente pisados e duram menos tempo) e colocados na sombra ou no frigorífico imediatamente após a colheita, aonde podem subsistir durante três dias.

Retirado do www.omeujardim.com

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Produtos e Agricultura Organica

O que é produtos Organico?

São chamados orgânicos os produtos procedentes de cultivos ou da criação de animais onde não tenham sido utilizados agroquímicos (pesticidas ou fertilizantes sintéticos), hormônios STB, anabólicos nem antibióticos. Na produção orgânica não são aceitas variedades transgênicas. Quando do processamento dos alimentos, não são utilizados aditivos ou conservadores artificiais. Em compensação, foram otimizadas as relações entre as forças vivas da natureza: o solo (fertilizado com métodos naturais), o ar, a água e o sol e as diferentes comunidades de seres vivos no agro-ecossistema. Geralmente, é promovida a utilização e o resgate de variedades crioulas. Os alimentos são elaborados a partir de ingredientes naturais e com métodos que não alteram a sua qualidade nutricional. O termo “orgânico” vem do inglês (organic) e foi criado por um agricultor britânico nos anos de 1950. Na Europa os produtos orgânicos também são chamados de “biológicos”, “bio” ou de “ecológicos”.



O que é Agricultura Organica?

Agricultura orgânica é o sistema de manejo sustentável da unidade de produção com enfoque sistêmico que privilegia a preservação ambiental, a agrobiodiversidade, os ciclos biogeoquímicos e a qualidade de vida humana. A agricultura orgânica aplica os conhecimentos da ecologia no manejo da unidade de produção, baseada numa visão holística da unidade de produção. Isto significa que o todo é mais do que os diferentes elementos que o compõem. Na agricultura orgânica, a unidade de produção é tratada como um organismo integrado com a flora e a fauna. Portanto, é muito mais do que uma troca de insumos químicos por insumos orgânicos/biológicos/ecológicos. Assim o manejo orgânico privilegia o uso eficiente dos recursos naturais não renováveis, aliado ao melhor aproveitamento dos recursos naturais renováveis e dos processos biológicos, à manutenção da biodiversidade, à preservação ambiental, ao desenvolvimento econômico, bem como, à qualidade de vida humana. A agricultura orgânica fundamenta-se em princípios agroecológicos e de conservação de recursos naturais. O primeiro e principal deles, é o do RESPEITO À NATUREZA. O agricultor deve ter em mente que a dependência de recursos não renováveis e as próprias limitações da natureza devem ser reconhecidas, sendo a ciclagem de resíduos orgânicos de grande importância no processo. O segundo princípio é o da DIVERSIFICAÇÃO DE CULTURAS que propicia uma maior abundância e diversidade de inimigos naturais. Estes tendem a ser polífagos e se beneficiam da existência de maior número de hospedeiros e presas alternativas em ambientes heterogêneos (Risch et al, 1983; Liebman, 1996). A diversificação espacial, por sua vez, permite estabelecer barreiras físicas que dificultam a migração de insetos e alteram seus mecanismos de orientação, como no caso de espécies vegetais aromáticas e de porte elevado (Venegas, 1996). A biodiversidade é, por conseguinte, um elemento-chave da tão desejada sustentabilidade. Outro princípio básico muito importante da agricultura orgânica é o de que o SOLO É UM ORGANISMO VIVO. Desse modo o manejo do solo privilegia práticas que garantam um fornecimento constante de matéria orgânica, através do uso de adubos verdes, cobertura morta e aplicação de composto orgânico que são práticas indispensáveis para estimular os componentes vivos e favorecer os processos biológicos fundamentais para a construção da fertilidade do solo no sentido mais amplo. O quarto e último princípio é o da INDEPENDÊNCIA DOS SISTEMAS DE PRODUÇÃO em relação a insumos agroindustriais adquiridos altamente dependentes de energia fóssil que oneram os custos e comprometem a sustentabilidade. Na agricultura orgânica os processos biológicos substituem os insumos tecnológicos. Por exemplo, as práticas monoculturais apoiadas no uso intensivo de fertilizantes sintéticos e de agrotóxicos da agricultura convencional são substituídas na agricultura orgânica pela rotação de culturas, diversificação, uso de bordaduras, consórcios, entre outras práticas. A baixa diversidade dos sistemas agrícolas convencionais os torna biologicamente instáveis, sendo o que fundamenta ecologicamente o surgimento de pragas e agentes de doenças, em nível de danos econômicos (USDA, 1984; Montecinos, 1996; Pérez & Pozo, 1996). O controle de pragas e agentes de doenças e mesmo das plantas invasoras (na agricultura orgânica essas espécies são consideradas plantas espontâneas) é fundamentalmente preventivo.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Vamos Plantar PORTUGAL?!?

Numa das minhas pesquisas para o Blog, encontrei este site www.plantarportugal.org.
Achei interessante entrei para ver o conteúdo e deparei-me com uma estrutura espectacular, algo que muitos desconhecem, por isso resolvi postar e partilhar com todos os seguidores youplant o que mais de proveitoso e interessante encontrei.

O plantar Portugal tem como objectivo criar um movimento nacional de cidadania activa, que pretende unir a sociedade em torno do desígnio de tornar Portugal um pais mais sustentável, através, da valorização das Florestas, Agricultura, e Meio Ambiente. Com amigos e familiares a juntarem-se com o mesmo objectivo ser cada vez mais a lançar sementes para um futuro mais saudável, ecológico e sustentável para todos.Um movimento de cidadania activa, sem fins lucrativos, a contribuir para a conservação da natureza, biodiversidade e uso racional dos recursos naturais.
Esta primavera eles estão a preparar a semana da primavera biológica que será de 19 a 25 de Março, já é a segunda edição desta primavera biológica.


Semana da Primavera Biológica

Semana da Primavera Biológica (19 a 25 Março)

Uma iniciativa que visa promover o bem-estar individual e colectivo, motivando a sociedade para a adopção de estilos de vida mais saudáveis, ecológicos e sustentáveis.

Hoje, mais do que nunca, precisamos de reforçar o nosso papel enquanto cidadãos que se preocupam e se responsabilizam por levar a cabo iniciativas de carácter cívico, abraçando princípios e valores que contribuam para o nosso desenvolvimento social e económico. Convidamos todos os amigos, de Norte a Sul, no Continente e nas Ilhas, a juntarem-se a nós, neste projecto onde cada vez mais cidadãos, escolas, municípios, associações, fundações e demais parceiros, assumem um papel preponderante na valorização da nossa Agricultura, Florestas e Meio Ambiente.

Em Março, vamos lançar sementes para um futuro mais sustentável! Venham connosco dar as boas-vindas à Primavera, de uma forma mais natural e biológica. Vamos Plantar Portugal!

Participa na Semana da Primavera Biológica! Planta esta ideia! Colhe o que é nosso!

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Movimento Plantar Portugal

www.plantarportugal.org


Aconselho uma visita ao site e a informarem-se para quando for a altura poder ser-mos muitos, e muitos vamos fazer a diferença. ;)




sábado, 4 de fevereiro de 2012

Formação Horticula Biológica

Formação de Horticultura Biológica Prática - Lagos pela Agrobio

praticahorta
Local: Quinta das 6 Marias - Sargaçal (Lagos)
Datas: 25 Fevereiro a 12 Maio 2012 (Sábados)
Horário: 9h30-16h30 - Duração: 6 dias / 36 h

PROGRAMA
I – Preparação do grupo para a formação
II – Introdução à Horticultura Biológica
III – Fertilidade e fertilização do solo e nutrição vegetal
IV – Planeamento das culturas
V – Sementeira / Plantação
VI – Protecção das plantas
VII – MPB Hortícolas
VIII – Colheita / Conservação / Transformação
IX – Conclusão

Data limite de inscrição: 9-2-2012
Nº mínimo de inscrições: 10
Preço: Associados: 285 € ; Não Associados: 320€
Desistências: Antes início do curso – Devolução de 80% / Após início do curso – Devolução de 40%
Pagamento: NIB - 0045 9060 4018 0519 6784 5 (obrigatório envio do comprovativo de pagamento para geral@agrobio.pt para efectivação da inscrição ) ou cheque em ordem à AGROBIO

Público-alvo: Potenciais agricultores, agricultores, técnicos. Escolaridade mínima obrigatória.
Objectivo geral: Qualificar os formandos de modo a que possam produzir, na prática, horticultura biológica segundo o modo de produção biológico (Reg. (CE) nº 834/2007 do Conselho de 28 de Junho e respectivas actualizações).
Desenvolvimento: Formação prática presencial, acompanhando o ciclo das culturas hortícolas realizadas.
Formadores: Fátima Torres, Nelson Silva
Metodologias de formação: Método expositivo, demonstrativo e sobretudo métodos participativos.
Avaliação: Sumativa final.